Esse ano começou um pouco estranho. Resultado do que só agora vejo como uma grande transformação. Ok, sendo mais sincera comigo e não por isso, menos gentil (ainda aprendendo), eu diria: permissão. Me permiti desejar e viver e deixar morrer. Talvez seja esse o motivo porque escrevi tantas vezes sensação de morte, mais um dia com essa sensação de morte” Mas se eu puder ir além, quando olho pras fotos que tirei de mim mesma me enxergo triste. Eu mergulhei, mergulhei no meio de uma coisa-sem-importância-pra-você mas real-pra-mim. Tempestade. E é claro que estou sendo dramática, eu fui sugada pelo drama de ter que dizer tchau e toda essa merda. Mas, e agora. O que agora. Quando você tem que abandonar. Quando você ainda tem a chance, quero dizer. Ah por favor, como você pode não estar se sentindo ao menos esquisito ou miserável. Como quem brinca com gorjetas para seu work in progress. Eu brinquei.

registros do cotidiano

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